Mortes por dengue no RS sobem para 29

Igrejinha lidera entre os municípios com mais mortes pela doença este ano

Por Portal Celeiro em 17/05/2022 às 10:42:56
Foto: Istock Photo | Reprodução

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Subiu para 29 o número de mortes por dengue no Rio Grande do Sul, de acordo com a plataforma de monitoramento de arboviroses da Secretaria Estadual de Saúde (SES). Até o momento, foram confirmados no Estado 24.156 infecções em 2022, das quais 19.873 são autóctones - contaminações adquiridas dentro do território gaúcho.

Nos primeiros cinco meses deste ano, já há mais mortes do que todo o 2021 em razão da dengue, pois ano passado foram 11 óbitos pela doença. Em 2020, o número foi ainda menor (seis).

Dentre os municípios, Igrejinha é o com mais mortes por dengue (cinco) em 2022. Em seguida estão Novo Hamburgo e Horizontina, com três óbitos cada. Em Porto Alegre, uma pessoa morreu pela doença. A Capital, no entanto, é a segunda cidade com mais casos confirmados de dengue em 2022 (1.958), atrás apenas de Lajeado, com 2.890 contaminações.

A maior parte das pessoas que morreram tinha 70 anos ou mais (20). Outras nove que não resistiram estavam com idade entre 10 e 59 anos. O público feminino corresponde a 59% dos óbitos (17), enquanto o masculino diz respeito a 41% (12).

Aedes aegypti

O Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, tem em média menos de 1 centímetro de tamanho, é de cor escura e com riscos brancos nas patas, cabeça e corpo. O mosquito costuma ter sua circulação intensificada no verão, em virtude da combinação da temperatura mais quente e chuvas. Para se reproduzir, ele precisa de locais com água parada. Por isso, o cuidado para evitar a sua proliferação busca eliminar esses possíveis criadouros, impedindo o nascimento do mosquito.

Os depósitos preferenciais para os ovos são recipientes domiciliares com água parada ou até na parede destes, mesmo quando secos. Os principais exemplos são pneus, latas, vidros, cacos de garrafa, pratos de vasos, caixas d'água ou outros reservatórios mal tampados, entre outros.


Fonte: Correio do Povo

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