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RS confirma primeiro caso de infec√ß√£o simult√Ęnea de influenza e coronav√≠rus

Identificação ocorreu em um homem de 21 anos, residente em Porto Alegre

Por Portal Celeiro em 05/01/2022 às 21:02:22
Foto: Anna Shvets | Pexels

Foto: Anna Shvets | Pexels

O Laboratório Central do Estado (Lacen-RS) confirmou nesta quarta-feira (5) o primeiro caso de infec√ß√£o simult√Ęnea pelos vírus influenza e coronavírus. A identifica√ß√£o da dupla contamina√ß√£o foi observada em um homem de 21 anos, morador de Porto Alegre, que foi atendido no dia 23 de dezembro.

Conforme a Secretaria Estadual da Saúde (SES), o homem apresentou sintomas gripais leves – como febre, dor de cabe√ßa e no corpo – e n√£o precisou de hospitaliza√ß√£o. Ele n√£o possui comorbidades e o resultado confirmatório do teste RT-PCR saiu no último dia 28.

Ainda segundo a SES, o levantamento do esquema vacinal apontou que o homem realizou apenas uma dose da vacina da covid-19 em setembro do ano passado e não completou o esquema de duas doses. A situação vacinal contra a gripe segue sendo apurada.

O Lacen informou que o vírus influenza detectado no homem é o H3N2. Esse tipo de vírus é um dos que comp√Ķem a vacina anual da gripe, por isso uma das medidas de preven√ß√£o indicada pela secretaria é a imuniza√ß√£o.

Apesar de j√° ter sido encerrada a campanha de imuniza√ß√£o, a vacina contra a gripe segue disponível nos municípios que ainda possuem doses em estoque e aquelas cidades que n√£o tenham mais doses podem solicitar novos lotes ao Estado. Todas pessoas acima dos 6 meses de idade podem fazer a vacina.

Desde o início de dezembro, o Lacen j√° identificou também 116 casos de Influenza A-H3N2, incluindo entre eles dois óbitos – em residentes de Porto Alegre e S√£o Francisco de Paula.

Casos de coinfec√ß√£o simult√Ęnea por covid-19 e influenza H3N2 podem parecer novidade, mas existem desde o início da pandemia e s√£o subnotificados, de acordo com infectologistas. O fenômeno, chamado informalmente de "flurona", costuma ser menos frequente do que a contamina√ß√£o por apenas um dos vírus, mas deve se tornar mais comum em meio à retomada das atividades, a nova onda de Ômicron e o surto de H3N2 no ver√£o, fora de época.

Fonte: LAURA BECKER | GA√öCHA ZH

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